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Profa.Dra.Kelly Cristina Stéfani ganha “Prêmio de Liderança Feminina Internacional” nos Estados Unidos

A Orthopedic Foot & Ankle Foundation estabeleceu o “Women’s Leadership Awards” (Prêmio de Liderança Feminina Internacional) para reconhecer as líderes femininas no campo da Cirurgia Ortopédica Pé e Tornozelo.
Eu recebi esse prêmio no AOFAS Meeting (Congresso da Sociedade Americana de Ortopedia de Pé e Tornozelo) em Chicago nos Estados Unidos.

Gostaria de primeiro agradecer à AOFAS por este prêmio.

Obrigado Tom Lee para criá-lo no ano passado e Sheldon Lin pela indicação para a edição deste ano. O prêmio também é uma pausa para pensarmos em nossa história, reconhecermos nossas escolhas e aqueles que nos apoiaram, olhando para trás. Agradeço aos meus mentores: Lew Schon, Steve Haddad, Tuilo Diniz e meus pais. E por último, mas não menos importante, este prêmio tem a missão de inspirar outras mulheres e provar que é possível que as mulheres estejam em qualquer lugar, principalmente fazendo a diferença em nosso campo de pesquisa, inovando e criando um novo futuro. É por isso que sou mais do que feliz, sou lisonjeado e inspirado a fazer mais pela nossa associação, pelas mulheres e pela ciência.
“Pensar é a minha luta” (Virginia Woolf).

Profa.Dra.Kelly Cristina Stéfani

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De que forma a “parte psicológica” pode influenciar na performance?

Diversas vezes ouvimos falar sobre a importância da preparação psicológica de atletas, mas ainda parece difícil a compreensão dos mecanismos psicológicos que influenciam seu desempenho final.
A psicologia do esporte tem se dedicado a duas formas específicas de trabalho com os atletas, visando influenciar diretamente sua performance. A principal é através do desenvolvimento de habilidades mentais competitivas específicas.
Aspectos como atenção e concentração podem ser decisivos para modalidades onde a precisão e a velocidade de reação são mais determinantes. Uma boa capacidade em se manter motivado melhora a qualidade do treinamento para provas de preparação muito exigente. O controle da ansiedade e dos níveis de ativação do atleta permite uma regulação ótima destes estados, favorecendo o uso econômico da energia disponível e a utilização máxima das capacidades cognitivas do atleta durante sua prova.
Outro ponto bastante desenvolvido nos últimos tempos ainda atua mais diretamente sobre as capacidades físicas do atleta. È a chamada psicofisiologia, que desenvolve o controle e a interface entre as características psicológicas e fisiológicas do atleta. Através de técnicas específicas como a psicorregulação, o biofeedback e os treinamentos mentais, é possível atuar diretamente sobre aspectos como a economia no consumo de oxigênio, a recuperação do treinamento e o controle muscular específico de movimentos, entre outros.
Por fim, não podemos esquecer a importância biopsicosocial do esporte na vida dos atletas e a forma como lazer, competição, superação, estilo de vida e relações interpessoais interagem na constituição dos sujeitos, fazendo da boa relação com o esporte um meio de vida mais saudável e produtivo para todos.

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Ansiedade pré-competitiva atrapalha minha prova?

Normalmente costumamos associar a ansiedade a um estado desagradável de desconforto, acompanhado de sintomas como taquicardia, mãos suadas ou frias e pensamentos de dúvida e insegurança. Por estes motivos muitas vezes atribuímos a ela as falhas e deficiências em nossa performance.
O que muitos não sabem é que a ansiedade não é necessariamente negativa e nem precisa ser interpretada como sinal de resultados ruins. Isto porque a ansiedade a princípio é uma reação instintiva do ser humano, positiva, e que mobiliza a mente e o corpo para os desafios que o sujeito precisa enfrentar.
Em um nível ideal ela ajuda o atleta a manter-se concentrado e motivado, mobiliza as reservas energéticas do corpo e ativa a liberação de hormônios como o cortisol e a adrenalina, fundamentais para o desempenho físico.
O problema ocorre quando a avaliação do sujeito sobre sua capacidade de enfrentar o desafio que está por vir é negativa. Surgem então as dúvidas e a insegurança. O atleta passa a se sentir incapaz, os sintomas desagradáveis aumentam, a concentração diminui e todas as dificuldades encontradas na prova são atribuídas a este estado.
Neste momento a ansiedade passa a trabalhar contra o atleta e o desempenho pode ser diretamente afetado.
Desta forma um controle não apenas somático, das reações da ansiedade, mas principalmente cognitivo, da avaliação das situações e causas da ansiedade, alivia os sintomas negativos e coloca toda a energia do atleta para trabalhar de forma produtiva para o desempenho.

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Por que é tão difícil se manter motivado para treinar para uma prova muito distante?

Uma das maiores dificuldades psicológicas no treinamento esportivo é a capacidade em se manter motivado durante longos períodos de tempo. Isto ocorre, pois o objetivo final, que recompensará todo o esforço e dedicação do atleta, algumas vezes está muito distante. Já as prioridades e exigências do dia a dia estão sempre mudando.
A motivação está, portanto diretamente relacionada ao objetivo final. Quanto mais importante é este objetivo para o atleta e mais próxima a competição, maior é o poder de controle sobre seu comportamento.
Entretanto quando o objetivo está muito distante é comum o atleta dispersar o foco e trocar o desconforto dos treinos (principalmente os longos, em horários desconfortáveis e nos dias frios) por atividades que lhe tragam recompensas imediatas como sair, comer ou ficar dormindo em casa.
Se em um primeiro momento esta troca reforça e alivia o atleta de suas obrigações com o objetivo final, por outro lado pode desencadear um processo de ansiedade, trazendo um sentimento de culpa, que pode levar a excessos posteriores ou a falta de confiança em seu treinamento.
Para lidar com isto o atleta precisa então, constantemente reforçar seus objetivos, aproximando-os de sua realidade atual através das metas de curto e médio prazo, o que irá facilitar a troca das recompensas imediatas por uma muito maior de longo prazo.

 

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RUNNING SHOW 2008 – PARTICIPAÇÃO DE TODA EQUIPE I9-SE SERIES

A equipe multidisciplinar da Alliance Clinica foi convidada para participar do ciclo de palestras da “Running Show 2008”.

Nossa contribuição foi em palestras com educadores físicos e aberta ao público em questões relacionadas à medicina esportiva em corridas.

PROGRAMAÇÃO:
Karina Friggi Sebe Petrelluzzi (fisioterapeuta da Alliance Clinica)– Massagem para corredores (prática)
22/08/08- Sexta-Feira  – 17:45 – 19:15hs
Dra. Kelly Cristina Stéfani (ortopedista da Alliance Clinica)-  Prevenção e tratamento das lesões ortopédicas
e Mariana Reschim Abud(fisioterapeuta da Alliance Clinica)reabilitação das lesões ortopédicas
22/08/08- Sexta-feira – 19:15- 20:30hs
Debate
22/08 -sexta-feira das 20:45 às 21:30hs – Treinamento de Corridas Longas, competições e saúde – COMRADES
Dra. Kelly Cristina Stéfani (ortopedista da Alliance Clinica)
Dr. Maurício Rodrigues Jordão (cardiologista da Alliance Clinica)
Arthur Marcondes (psicólogo da Alliance Clinica)
Branca (treinador da assessoria Branca e preparador de corredores para COMRADES)
Atleta que já fez a COMRADES
Dr. Maurício Rodrigues Jordão (cardi0logista da Alliance Clinica) – Check-UP indispensável ao corredor
23/08/08 – sábado – 17:30 às 19:00hs

 

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Evento IBMEC – empreendedorismo e esporte

Dra.Kelly dá aula no Forum Mensal de empreendedorismo do IBEMC e conta sua experiência como empreendedora e médica dentro do mundo esportivo.

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i9-se series – 3 edição

Terceiro evento da série I9-se realizado na USP em 25/09/2007. Abordou o tema ” Triathon provas de média e longa distância:dica de como começar,  iniciação de suporte nutricional, como evitar lesões ortopédicas e dicas do Ironman e do XTerra”.

Triathlon: provas de média e longa distância (25/09/2007)

Local: USP, Escola Politécnica, Depto. de Engenharia de Produção – auditório

Abertura – Marcelo Nakagawa – Professor de Empreendedorismo do curso de Especialização em administração Industrial – CEA / Vanzolini e Pesquisador Associado do Núcleo de Política e Gestão Tecnológica-NPGT/ USP

Suporte nutricional em provas de longa distância – Graziela Friedler – triathleta e nutricionista da Alliance Clinica

Performace esportiva: como evitar lesões ortopédicas – Kelly Stéfani – triathleta e médica ortopedista do esporte da Alliance Clinica

Uma opção ao triathlon convencional – X TERRA – Bernardo Fonseca – triathleta e organizador do X TERRA Brasil

Treinamento para IRONMAN – Experiência pessoal Rivaldo Martins (Categoria Amputado), Edinei Batista
( Categoria Amador)

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i9-se series – 2 edição

Segundo evento da série I9-se realizado na USP em 21/08/2007. Abordou o tema ” Triathon para  iniciantes”. Com dica da iniciação à natação, como comprar a primeira bicicleta e iniciação à corrida, como evitar lesões ortopédicas, dicas de psicologia esportiva e a história esportiva da atleta Carla Moreno. Foi um sucesso!!!

Triathlon: para iniciantes (21/08/2007)

Local: USP, Escola Politécnica, Depto. de Engenharia de Produção – auditório

Abertura – Marcelo Nakagawa – Professor de Empreendedorismo do curso de Especialização em administração Industrial – CEA / Vanzolini e Pesquisador Associado do Núcleo de Política e Gestão Tecnológica-NPGT/ USP

Como iniciar o triatlhon -Dicas dos treinadores: natação Duda Bley (Limiar), ciclismo

Ronaldo Martinelli (5 ways), corrida Kim Cordeiro (BK)

Como comprar sua primeira bike – Sérgio Lovecce (Ciclovece)

Como evitar lesões ortopédicas – Kelly Stefani -triathleta e ortopedista do esporte da Alliance Clinica

Perfil psicológico – primeiras provas e a dificuldade da natação – Arthur Ferraz – triathleta e psicólogo da Alliance Clinica

Experiência pessoal no triathlon – Carla Moreno

 

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I9-SE SERIES – 1 Edição

Primeiro evento da série I9-se realizado na USP em 31/05/2007. Abordou o tema ” Como iniciar a prática de atividade física ”.