VOCÊ CONHECE O SGA????

A sigla SGA significa “Stretching Global Activo”. Stretching, em inglês quer dizer alongamento. Seria então uma forma ativa de alongar os músculos globalmente? Vamos entender qual é a proposta desta técnica!

O SGA é uma visão diferente de alongamento e tem sua aplicação voltada para diversas modalidades esportivas. A ténica tem o mesmo preceito e filosofia do RPG (Reeducação Postural Global), mais conhecido e divulgado em nosso meio. Tanto o SGA, quanto o RPG, tem como objetivo alongar “cadeias musculares”, ou seja, trabalhar com grupos musculares por inteiro e não de forma isolada.

A diferença entre as duas técnicas é observada pelo fato de no SGA o atleta ser atendido de uma maneira ativa, com orientações verbais do profissional de fisioterapia. No RPG, o atendimento é passivo, sendo que o fisioterapeuta é que coloca o paciente nas devidas posturas.

As cadeias musculares são como crianças de mãos dadas e participam globalmente dos movimentos do corpo. Se os movimentos são de grupos e não de músculos isolados, o que seria mais eficiente? Alongar um músculo, ou o grupo completo?

Segundo a teoria do SGA a segunda opção é a melhor escolha! E isso também é observado pelos fisioterapeutas na prática. O corpo é formado por 3 grandes cadeias musculares: anterior, posterior e respiratória. Se o atleta sofre um encurtamento de uma destas cadeias, o organismo está em desequilíbrio, o que pode originar lesões. Ao fazer um tratamento com SGA, o atleta passa por uma avaliação prévia, na qual o fisioterapeuta diagnostica se há encurtamento em algumas destas cadeias e, desta forma, pode indicar a melhor postura para a realização do alongamento global.

Na corrida, percebemos que os atletas que praticam o SGA desenvolvem uma melhor postura e uma melhor passada. Desta forma, reduzem as chances de lesão e pontencializam seu rendimento.

Abaixo segue uma das posturas realizadas em uma sessão de SGA:

 Tatiana Abreu
Fisioterpaia Esportiva
tabreu@institutokellystefani.com.br